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No dia 5 de Junho vote no seu futuro. Vote PS.

Quinta-feira, 26 de Maio, 2011

Tenho a profunda convicção que Portugal e todos os Portugueses precisam do Partido Socialista. O grande Partido da Democracia nacional. O Partido humanista, que há 38 anos luta pela igualdade, liberdade e justiça social.

Ao longo da sua história, o Partido Socialista tem defendido estes princípios democráticos fundamentais, contribuindo para a consolidação da democracia portuguesa.

Agora mais do que nunca, o momento crítico que o país atravessa, acentua a necessidade de um PS forte, que consiga afirmar-se como o motor de desenvolvimento, crescimento e progresso de Portugal.

O PS, os seus militantes estão mobilizados e querem mobilizar toda a sociedade, para que unidos, sejamos capazes de sair desta crise que tem entorpecido os Portugueses.

Os Portugueses têm talento, criatividade, conhecimento, competência e energia, só precisam de voltar a acreditar nas suas próprias capacidades. O PS quer despertar essa vontade, essa ambição adormecida e unir todos os Portugueses na construção de um futuro melhor. O PS confia em Portugal e nos Portugueses. 

O PS merece a sua confiança. CONFIE NO PS.
No dia 5 de Junho VOTE no seu futuro. VOTE PS.

 Paço de Arcos, 24 de Maio de 2011

Mónica Cunha
Militante do PS

É urgente defender o futuro de Portugal e dos Portugueses

Quarta-feira, 6 de Abril, 2011

Primeiro-Ministro demissionário, em consequência da rejeição do Programa de Estabilidade e Crescimento, José Sócrates mostrou, uma vez mais, a sua determinação na defesa intransigente do interesse nacional, em entrevista à RTP1.

José Sócrates acredita que o país deve fazer todos os esforços para não recorrer à ajuda externa, apesar da situação nacional se ter agravado acentuadamente nas duas últimas semanas, em consequência da crise política artificial provocada pela coligação negativa da oposição.

Foi o calculismo político-partidário de alguns que conduziu todo o país a uma posição insustentável. Chumbadas as medidas de austeridade propostas pelo Governo, as “alternativas†atiradas avulso para a praça pública pelo maior partido da oposição, são deveras preocupantes, como o aumento do IVA e a privatização da Caixa Geral de Depósitos, e representativas do programa eleitoral neo-liberal que o PSD deseja implementar mas teima em esconder.

Mais do que as constantes contradições, o PSD disfarça mal o espírito anti-democrático bem patente na tentativa falhada de “ingerência partidáriaâ€, ao querer impor ao Partido Socialista outro líder, um que supostamente sirva mais convenientemente os interesses sociais-democratas.

Esperemos que a campanha eleitoral permita debater ideias e projectos para o país com elevação, em vez de se centrar na “mesquinhez politiqueira†que paira no ar e ameaça degradar, ainda mais, o ambiente político.

Até porque é urgente defender o futuro de Portugal e dos Portugueses e em nome da responsabilidade e do bem comum assegurar a melhor solução governativa, que no entender de José Sócrates, passará necessariamente por um Governo Maioritário.

Paço de Arcos, 5 de Abril de 2011

Mónica Cunha
Militante do PS

Defender os interesses de Portugal e dos Portugueses

Sexta-feira, 11 de Fevereiro, 2011

Para muitos “profetas da desgraça†o facto de em 2010 as exportações portuguesas terem crescido mais de 15% contribuindo assim para dinamizar a nossa economia, não parece constituir uma boa notícia.

Isto porque há quem esteja apostado em afundar o país numa crise política. Desenganem-se, no entanto, aqueles que julgam que os Portugueses os vão acompanhar nessa atitude irresponsável e derrotista.

Portugal e os Portugueses não se querem dar por vencidos. Pelo contrário, precisam de estabilidade e muito alento para continuar a enfrentar os efeitos da crise internacional, mesmo quando isso implica, infelizmente, duros sacrifícios pessoais a nível económico e social.

O grau de exigência com que nos vemos confrontados é demasiado elevado mas a solução nunca passará por baixar os braços, temos que confiar que seremos capazes de ultrapassar este período difícil. Para isso é fundamental uma liderança forte na governação do país, que nos conduza com êxito para a recuperação económica e social que todos ambicionamos.

Uma liderança que inspire confiança e que saiba defender os interesses de Portugal e de todos os Portugueses, como aliás tem procurado fazer o Governo socialista.

10 de Fevereiro de 2011

Mónica Cunha
Militante do PS

Manuel Alegre – Eleições Presidenciais

Segunda-feira, 17 de Janeiro, 2011

Caras amigas, camaradas,

No próximo dia 23 vamos eleger um Presidente da República para os próximos 5 anos.

Acredito que nenhuma mulher socialista se resigna a baixar os braços perante a hipótese de uma reeleição do actual presidente…toda a regra tem excepção!

E não nos esquecemos do seu veto à primeira versão da Lei da Paridade, nem dos comentários que acompanharam a mensagem que enviou à Assembleia da República…nem do conservadorismo inerente a tantas outras das suas acções e intervenções políticas.

O que está em causa é demasiado importante para o futuro do nosso país.

Os tempos que vivemos não se compadecem com os “ninsâ€, dos que querem “nem sim, nem nãoâ€. O momento é duro e difícil, requer convicções fortes, determinação e esperança.

Manuel Alegre acredita que a esperança se constrói com as nossas próprias mãos. E isto define um homem que não desiste e que não se resigna.

Precisamos de um presidente com essas mesmas convicções, que defenda intransigentemente os pilares do nosso estado social, que não se conforme perante qualquer forma de discriminação, seja ela em função do sexo, do género, da idade, da orientação religiosa, da origem étnica, da orientação sexual, da condição económica, ou de qualquer deficiência.

Um presidente com pensamento e acções que nada tenham a ver com o conservadorismo serôdio, que lute pelos princípios que nos unem, que defenda os valores de Abril, os valores da ética republicana.

O que está em causa exige de nós redobrado empenho e militância. Nunca fomos pessoas que nos conformássemos, não é agora que nos vamos resignar ao que querem dar-nos como adquirido.

Portugal precisa de voltar a ter um presidente socialista. Portugal precisa que cada um de nós saiba fazer a sua parte.

Eu vou votar em Manuel Alegre e acredito que é possível voltar a ter um socialista na Presidência da República!

Falta pouco para o conseguirmos, camaradas! Pode ser já, no próximo Domingo!

É urgente passar a palavra!

Um abraço muito amigo e as mais calorosas saudações socialistas.

Maria Manuela Augusto
(Presidente do Departamento Nacional das Mulheres Socialistas)

Até ao fim da legislatura

Quarta-feira, 22 de Dezembro, 2010

O Primeiro-Ministro José Sócrates quer continuar a governar Portugal. E todos os dias demonstra essa firme vontade, também na forma como se empenha na defesa do projecto europeu.

De facto, só uma União Europeia forte, coesa, a uma velocidade e a uma só voz, poderá enfrentar em conjunto, de forma coordenada, a crise económica e social que assola a Europa.

Só a solidariedade entre Estados-Membros permitirá, através de uma acção concertada, sair desta situação complexa que exige um aprofundamento do projecto europeu, no sentido da progressiva governação económica e política.

Neste contexto, saúdo a criação do Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira decidido no último Conselho Europeu (16 e 17 de Dezembro), enquanto instrumento de defesa da moeda única e da estabilidade da zona euro.

Por outro lado, Portugal precisa manter as portas bem fechadas ao FMI e o Governo português, através do recente lançamento da “Iniciativa Competitividade e Empregoâ€, deu mais um sinal claro nesta direcção.

Faço votos para que as difíceis medidas de austeridade impostas produzam resultados efectivos, que apontem para o crescimento económico de Portugal, para que todos os Portugueses entrem no Novo Ano, imbuídos do mesmo espírito de esperança e determinação que parece alimentar o Governo, apostado em cumprir a legislatura até ao fim.

Paço de Arcos, 21 de Dezembro de 2010

Mónica Cunha
Militante do PS

Nas presidenciais 2011 vou votar Manuel Alegre

Terça-feira, 2 de Novembro, 2010

Nas últimas eleições presidenciais votei no candidato apoiado pelo Partido Socialista, Mário Soares e nas próximas eleições presidenciais votarei no candidato apoiado pelo PS, Manuel Alegre.

Manuel Alegre representa a esperança nos ideais políticos, a esperança na política e nos políticos, a esperança na concretização de ideias, visões e projectos para o país.

Manuel Alegre representa a esperança para Portugal e para os Portugueses.

Manuel Alegre representa a esperança que cada um de nós tem em si próprio, no papel que pode e deve efectivamente ter na construção de um país melhor, mais democrático, mais justo e mais solidário.

Manuel Alegre representa o acreditar que é possível combater a pobreza e a exclusão social, que é possível ajudar os mais desfavorecidos, porque é possível progredir económica e socialmente sem deixar ninguém para trás.

Manuel Alegre representa o poder do sonho, o poder das palavras Liberdade, Democracia, Igualdade e Cultura.

Manuel Alegre representa o poder da poesia contida no sorriso de quem se alimenta da esperança e por isso acredita na mudança.

É por isso que nas Presidenciais 2011 vou votar Manuel Alegre.

29 de Outubro de 2010

Mónica Cunha
Militante do PS

Coragem política na assumpção de medidas de austeridade

Quarta-feira, 6 de Outubro, 2010

O Primeiro-Ministro José Sócrates revelou coragem política ao assumir frontalmente perante os Portugueses a necessidade de avançar com medidas duras num contexto de crise global, aquando da apresentação das linhas de orientação para o Orçamento de Estado para 2011.

As medidas de política orçamental, difíceis de aceitar, que foram apresentadas e explicadas aos Portugueses ao longo da semana, reflectem a elevada exigência de consolidação orçamental que o momento actual impõe ao País e aos Portugueses.

Este pacote de medidas de redução da despesa pública e melhoria da receita proposto pelo Governo para equilibrar as contas públicas, exige um esforço demasiado grande que nos afecta directamente a todos, mas necessário para a defesa da economia nacional e da nossa credibilidade internacional.

Assim, tendo presente, por um lado, o interesse geral e por outro, a responsabilidade partilhada, cabe a todos nós reflectir sobre o alcance destas medidas incluídas na proposta de Orçamento de Estado para 2011 e na importância fulcral que assume a sua aprovação na Assembleia da República.

3 de Outubro de 2010

Mónica Cunha
Militante do PS

Estado Social – crónica de uma morte anunciada

Quarta-feira, 21 de Julho, 2010

A proposta de revisão constitucional apresentada pelo PSD, feita à medida dos interesses eleitoralistas do partido presidido por Pedro Passos Coelho, representa a morte anunciada do Estado Social, porque põe em causa a continuidade do Serviço Nacional de Saúde e do Sistema Nacional de Educação (Escola Pública).

Com a proximidade das eleições presidenciais e a possibilidade de recandidatura de Cavaco Silva, só o oportunismo político justifica a proposta social-democrata de reforço dos poderes presidenciais, da mesma forma que apenas a lamentável crença na possibilidade de rapidamente chegar à governação, pode sustentar a proposta de “moções de censura construtivasâ€.

E como se tudo isto não bastasse, a tentação de inscrever o neo-liberalismo na Constituição ao abrir a possibilidade de “despedimento sem razão atendível†é uma afronta para todos os trabalhadores.

O sentido de Estado e responsabilidade do novo Presidente do PSD evaporou-se, sobrepondo-se a vontade cega de chegar imediatamente ao poder, mesmo que para tal seja necessário provocar instabilidade política (leia-se eleições antecipadas), ferindo os interesses nacionais, tudo aquilo que o país não precisa, sobretudo num momento em que ainda se sofrem os pesados efeitos da crise internacional.

No meio desta “trapalhadaâ€, os Portugueses podem continuar a contar com o Partido Socialista na defesa intransigente do Estado Social.

20 de Julho de 2010

Mónica Cunha
Militante do PS

Primeiro Portugal e os Portugueses

Quinta-feira, 18 de Fevereiro, 2010

Num contexto europeu e internacional de crise, vivemos tempos amargos na vida política portuguesa.
O clima do “vale tudo†é assustador. Basta pensar nos casos “Face Oculta†e “PT/TVI†para perceber que é cada vez mais difícil distinguir a verdade da mentira.

A instabilidade governativa nacional, causada pela “guerrilha política†instalada, está a tomar proporções inaceitáveis e é por isso urgente agir.
Isto é, focarmo-nos no que é verdadeiramente importante: Portugal e os Portugueses.

É essencial apostar na credibilidade do país, combater a desconfiança generalizada, o descrédito nas instituições políticas e a indiferença perante as decisões políticas.
O grande desafio político do momento é a capacidade política para restituir a confiança aos Portugueses

O Primeiro-Ministro José Sócrates, vencedor das eleições legislativas de Setembro de 2009, tem a legitimidade democrática, a vontade, a determinação e a capacidade de resistência para lutar pela estabilidade governativa, para fomentar o respeito pelas instituições políticas e para devolver aos Portugueses a confiança em si próprios para em conjunto, fazer “Avançar Portugalâ€.

Paço de Arcos, 18 de Fevereiro de 2010

Mónica Cunha
Militante do PS / Secção de Oeiras

Orçamento negociado para bem do País

Sábado, 16 de Janeiro, 2010

O Orçamento de Estado 2010 deve ser o resultado de uma negociação séria, responsável e transparente entre o Governo e forças partidárias com representação na Assembleia da República.

Mais do que nunca, os Portugueses precisam sentir confiança na vontade e capacidade das instituições políticas defenderem o interesse nacional e acreditar que o poder político está efectivamente ao serviço do bem comum.

Instrumento por excelência de concretização do Programa do Governo, o Orçamento de Estado deve, acima de tudo, reflectir as prioridades imediatas de Portugal:
- combater o desemprego, a pobreza e a exclusão social,
- criar emprego,
- consolidar as contas públicas.

Exige-se aos políticos – Governo e Oposição – que, munidos de abertura, flexibilidade e bom senso, cheguem a um entendimento orçamental, porque o País e os Cidadãos não se contentam com menos.

A aprovação do Orçamento de Estado será assim, um passo decisivo na criação de condições de governabilidade que permitam superar a crise económica e social que o país enfrenta.

Paço de Arcos, 14 de Janeiro de 2010

Mónica Cunha
Militante do PS / Secção de Oeiras